Holdings patrimoniais e a Reforma Tributária: o que avaliar agora
A Reforma Tributária também traz reflexos importantes para estruturas patrimoniais e holdings familiares.
A Reforma Tributária também traz reflexos importantes para estruturas patrimoniais e holdings familiares.
Essas estruturas são frequentemente utilizadas para organização patrimonial, planejamento sucessório e gestão de ativos. Porém, mudanças na tributação sobre consumo podem impactar determinadas operações.
Operações patrimoniais sob nova lógica
Com a implementação do IBS e da CBS, operações envolvendo venda de ativos ou exploração econômica de bens podem sofrer alterações na forma de incidência tributária.
Dependendo da estrutura societária e da natureza da operação, o enquadramento tributário pode variar.
Isso torna ainda mais importante avaliar:
-
o objeto social da holding
-
o enquadramento fiscal da atividade
-
a frequência das operações realizadas
A distinção entre operações eventuais e habituais pode ser determinante na definição da tributação.
Revisão da estrutura societária
Outro ponto relevante envolve a revisão da estrutura da holding.
Aspectos como CNAE, objeto social e organização societária podem influenciar diretamente na carga tributária aplicada.
Estruturas mal definidas podem gerar:
-
aumento da carga tributária
-
perda de benefícios fiscais
-
riscos de questionamento fiscal
Por isso, uma análise técnica preventiva se torna fundamental.
Planejamento sucessório e patrimonial
Holdings são frequentemente utilizadas em planejamentos sucessórios e na proteção do patrimônio familiar.
Com a reforma tributária, decisões tomadas hoje podem gerar reflexos relevantes no médio e longo prazo.
Avaliar cenários com antecedência permite maior previsibilidade e segurança nas estratégias patrimoniais.
A Planacon orienta empresas e famílias empresárias na revisão de suas estruturas patrimoniais, considerando os impactos da reforma tributária e garantindo decisões alinhadas ao novo cenário econômico.